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A nós, sobretudo. E à música.
Façam-se ouvir: Escrevam-nos.
Onde nós moramos:
Lebre dos Arrozais
Cigano
Chapeleiro Maluco
Outros Fiéis
Vidro Azul RUC
A Janela Amarela
A Corneta
Error_404
A Forma do Jazz a vir
The Serendipitous Cacophonies
Jazz no país do improviso
Automatic Stop
Íntima Fracção
No Meu Umbigo
Juramento Sem Bandeira
Music is Math
Faz-me um bife
Crónicas da Terra
Devaneios Musicais
LyricMoods
Amerika Sonora
Quase famosos
Ai Fai
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Outono Fidelíssimo
O Alta Fidelidade, com equipe e espírito renovado, continua aqui.
Actualizem memórias e links.
Esperamos por todos.
Um abraço,
posted by Chapeleiro Maluco @ 10:06 PM
Vozes:
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9.27.2004  |
Egberto Gismonti e Olívia Byington em Portugal
O fascinante músico brasileiro Egberto Gismonti vem actuar em Portugal nos próximos dias 28 de Setembro, em Lisboa - Aula Magna, 30 de Setembro, em Coimbra - Teatro Académico Gil Vicente e 1 de Outubro, no Porto - Coliseu, sempre às 21h30. Vem, acompanhado por Olívia Byington que interpreta canções suas desde o início da carreira do músico.
A não perder pois é uma oportunidade única de ver e ouvir um dos grandes músicos contemporâneos, com companhia que promete.
posted by Chapeleiro Maluco @ 8:37 PM
Vozes:
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9.15.2004  |
Pode bem ser a tua tara
Lembro-me que um dia estáva no meu enésimo Earl Gray e pedi ao Dormouse para ir buscar Gorreana. Ele piscou os olhos, a Lebre acordou como se lhe tivessem martelado a cabeça e o Gato de Cheshire quase perdeu o sorriso. Porque mudaria eu de chá, do meu chá, sem aviso, sem anúncio, para o exotismo do Gorreana? É simples queria mudar de chás. Como quem muda de ares. Isso acontece muito na música. Um tipo tem uma banda, outro tipo têm uma banda, as bandas deles são grandes que se fartam, famosas até dizer chega e eles querem regressar à pureza da música, ao divertimento da música, aquela coisas dos miúdos que fizeram uma banda para curtir que nem parvos, experimentar. Enfim gaiatices. Quem os compreende bem é a Catrapila em toda a sua filosofia. Por isso compreendi o Peter Buck quando me falou de um projecto há uns tempos. Tuatara. Gostei do nome, tendo em conta que se trata dum bichinho simpático de que um dia - tinha de ser - a Catrapila me tinha falado. Trata-se de um réptil à parte. Tão à parte que pouco mudou nos últimos 220 milhões de anos. O seu nome significa costas espinhudas em Maori. E conta lá ó Peter, do que se trata? É uma banda para curtirmos. Sou eu, o Justin Harwood dos Luna... Boa, boa.. o Barrett Martin dos Screaming Trees e o Slerik dos Critters Buggin'.... ai sim? Sim, tudo malta amiga... Slup..porreiro! E foi assim que soube dos Tuatara. Até os ouvir foi mais uma semana à espera que a volta do correio entre Este Lado do Espelho e o Lado do Espelho do Peter é demorada.
Primeiro álbum, Breaking the Ethers. Faz sentido, pensei. Muito sentido. E o éter rompeu-se de sons jazz, funk, lounge e o que eu gosto de chamar o som trendy-glamour. Ou seja, é ouvir para saber. A toada experimentalista continuou, um ano depois, em 1998, com Trading with the enemy. Grande álbum. De apaixonar à primeira audição. Para mim o melhor álbum, não suplatando pelo Cinemathique, de 2002.
O som dos Tuatara tem algo de invejável: diversão. Nota-se que os músicos que forma o grupo estão ali para curtir uma paixão, para se divertirem, para experimentarem. E, como grandes músicos que são conseguem criar verdadeiros ambientes que, se começam sonoros, acabam já a permitir-nos imagens, cheiros. E muita vontade, muito desejo!
Tuatara
Breaking the Ethers - 1997
Trading with the enemy - 1998
Cinemathique - 2002
posted by Chapeleiro Maluco @ 7:53 PM
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